

Uma Red de Sendas é um conjunto
de itinerários de pedestres balizados e
homologados conectados entre si.
Existem diferentes tipologías de sendas:
- As "GR" (Grande trajeto ) são
grandes trajetos de centos de kilómetros que chegam
a conectar vários países. A união
de várias "GR" são as "E" que atravessam um mínimo
de três países, são os chamados "Senderos
Continentais".
- As "PR" (Pequeno trajeto ) são
sendas de menor trajeto, de uma jornada de duração e
como máximo 30 kilómetros de trajeto.
- As "SL" (Sendas Locais) não
superam os 10 kilómetros e descorrem perto de
poblações ou lugares de fácil acesso.
- As "SU"(Senda Urbana) são
itinerários urbanos que caminham pelos povoados e
cidades mostrando zonas de interesse histórico, cultural
ou espaços verdes.
Sinalização de sendas
O mais importante para o estabelecimento e
bom uso de de uma Red de Pedertrianstas é a sinalização. A
falta de um programa de sinalização faz
que se corra o risgo de assistir, a largo prazo, a multiplicação
de sinais de diversas formas e cores, incomprensíveis
para o usuário. Este risgo será maior quando
outras actividades anhadam suas própias marcas (BTT,
actividade ecuestre, etc.). Por isso uma boa parte dos países
europeus adotaram programas de sinalização
comuns, seguindo a normativa internacional e a coordenação e
homologação da ERA (European Ramblers Association).
Tourmac, por sua parte se soma a este grupo e estabelece, entre suas acções,
a sinalização de suas Redes de Sendas baixo a homologação
da ERA.
SIGNALIZAÇAO
DE SENDAS

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* Temos
em conta que em Portugal as PR (Pequeno Trajeto)
se marcam com as cores amarelo e vermelho.
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| 1) Sinal
de continuidade |
Constituida por dois retângulos
paralelos em disposição preferentemente
horizontal; as dimensões de cada um dos retângulos é de
10 a 20 cm. de largo e de 3 a 5 cm. de altura,
aparecendo separados por um espaço de 1 a
2 cm.
O retângulo superior está sempre
pintado de branco e o inferior de cor vermelha
(utilizar o tom mais brilhante e visível
possível) para as GR o amarelo (utilizar o
tom mais brilhante e visível possível)
para as PR o verde (utilizar o tom mais brilhante e
visível possível) para as SL. |
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| 2)
Sinal de mudança
brusca de direcção |
Se podem
dar dois tipos:
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· Par
de traços em
disposição angular respeito a
um sinal de continuidade (bem seja a direita
ou a a esquerda, conforme o cambio). O
traço branco sempre se situa sobre o
de cor. Dimensões e cores serão
os descritos anteriormente.
· Sinal de continuidade
em disposição e cores já descritos, mas
no traço que corresponda, conforme
a direcção de giro, faz um ângulo
de 90º |
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| 3)
Sinal de direcção
equivocada |
· Composição
em aspa de dois traços de 15 cm. de desenvolvimento e
3 cm. de grossor; o traço inferior
será sempre o de cor e o
superior o branco.
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| 4)
Sinalização
de sendas coincidentes |
A constitução
de redes de sendas que cumpram objetivos distintos
sobre o território pode levar a coincidência
parcial no percurso de duas (ou mais)
sendas de distinto rango. Em este caso, e
com o objetivo de economizar marcas, o
traçado conjunto só se marcará com
as das sendas de hierarquía superior (entenda-se
como tal, a das GR sobre as PR, e a de
este sobre as SL). Se deverá de acompanhar
esta circunstância com as seguintes acções:
- Se ubicarão postes direccionais nos pontos de união e de
divisão das sendas coincidentes informando sobre esta particularidade.
- Ao começo da coincidência dos trajetos de duas ou mais sendas
deverão por-se duas marcas de confirmação onde além
da sinalização da senda de maior rango se anhadirá a do
de rango inferior.
- Igualmente se procederá, como forma de aviso, a agregar a
cor da senda de menor rango nas duas marcar anteriores a separação
dos mesmos.
- Naqueles elementos que tenham informação gráfica ou escrita, no
fragmento onde se produza a coincidência, deverá aparecer a resenha
tanto da senda de superior como d de inferior hierarquía.
NOTA: As dimensões das marcas são recomendações
dos que se pode sair excepcionalmente quando certos suportes ou necessidades
assim o requeiram.
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SINALIZAÇÃO E INFRA-ESTRUCTURA
VERTICAL
Se concebe a sinalização e
infra-estructura vertical como elemento sustancial ao pedestrianismo.
Suas características e desenvolvimento estarão
de acordo com o carácter e idiosincrasia de cada
zona.
Se buscará um ponto de equilibrio entre a máxima adaptação
dos materiais ao entorno e a maior durabilidade dos mesmos.
| Se
definem em este apartado: |
Se definem
em este apartado:
Postes direccionais.
Elementos obrigatórios que devem de aparecer
- Siglas da senda da que se trata
- Número correspondente
- Um ponto ao que dirigir-se como mínimo
- Uma indicação horária o kilometragem.
Recomendações:
- Utilizar madeira tratada tanto o rondino como para as flechas com a
informação.
- Os rondinos para a sujeição das flechas de 10 o 12 cm. de diámetro
- A primeIra flecha convêm que esteje a um mínimo de 180
cm. do chão.
- As dimensões das flechas podem ser de 20 x 110 cm.
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| Estaquilhas ou balizas |
Estaquilhas
ou balizas (ao colocar naqueles lugares onde
seja impossível colocar marcas)
Elementos obrigatórios que devem de aparecer
- As siglas correspondentes ao tipo de senda
- O número de senda
- As bandas com a cor correspondente
Recomendações:
- Usar rondinos de madeira tratada
- É suficiente um diámetro de 10 cm.
- A longitude de 150 cm. dos quais sobressaltem do chão 100
cm. |
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| Murais |
Elementos obrigatórios que devem de aparecer.
- As siglas do nº das sendas que se tratem.
- Os números dois ou duas sendas.
- Informação sobre sinalizaçãoa utilizada.
- Representação gráfica do percurso.
- Perfil do ou dos percursos.
- Serviços (recomendável a utilização de pictogramas).
- Pontos de interesse (recomendáveis a utilização de pictogramas).
- Data de inauguração.
- Normas de comportamento do pedestrianista.
- Logotipos da Federação homologadora correspondente.
- Logotipos da entidade promotora.
- Logotipos da entidade ejecutora.
Se recomenda:
- As medidas totais da estructura
podem ser de 220 cm. de alto x 190 de ancho.
- A superficie do painel onde irá a informação pode
ser de 110 cm. de alto por 150 cm. de ancho.
- Se devería adaptar a arquitectura tradicional da zona onde esteje
ubicada.
- Utilização de madeira tratada ou outros materiais duradouros
aos agentes atmosféricos.
- Ver a possibilidade de utilização das duas caras do painel,
não desaproveitar a traseira.
- Desenho da informação por módulos para poder modificar
partes das resenhas que sofreram mudanças e no mural
enteiro.
- Plasmar a maior parte da informação por meio de pictogramas.
- Incluir tábuas com informação das distâncias,
os horários aproximados e os desníveis.
-A parte traseira do mural se pode utilizar para ampliar a informação
sobre a história e os pontos de interesse da zona.
- Se buscará que a sinalização vertical seja o mais
polivalente possível, pensando em outros usos das sendas, mais
sempre desde a base do aquí normalizado.
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